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Rolling Hop a cerveja dos Rolling Stones

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Os Rolling Stones emprestaram sua marca para uma linha de bebidas que será lançada em junho, na data que marca o aniversário de 50 anos do grupo. A empresa japonesa Suntory Liquors Inc, criou a Rolling Hop que é uma cerveja com 4% de teor alcoólico, e o “Rolling Gold”, um drink a base de gin, mas outros produtos e novos lançamentos estão por vir.

Outros grupos muito conhecidos já tiveram bebidas lançadas como foi o caso do  AC/DC com os vinhos e o  Motörhead com a vodca.

I believe. I can fly

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E se as famílias de Game of Thrones fossem cervejas?

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O Veado coroado da família Baratheon foi muito epicwin HAHAHAHAHA

Vi lá no Testosterona


{{(-_-)}} Kings Of Convenience – I’d Rather Dance With You

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Coisa boa esse som… Semana começa preguiçosa, mas começa bem.

E peço ao clima: estabiliza!


Mochila Koopa

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Não é o tipo de coisa que eu usaria indo pra faculdade, mas ficou um produtão bacana:

Compre a sua por U$25 obamas.


Seria o aquecimento global uma farsa?

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O aquecimento global virou o bode expiatório para todos os males da humanidade.

Em uma entrevista para o programa do Jô no último dia 02/05, o climatologista e professor da USP Ricardo Augusto Felício, afirma que o aquecimento global é uma farsa!

 

E pra quem acha que o cara é um zé mané, da uma olhadinha no currículo do hômi:

Graduado em Ciências Atmosféricas – Meteorologia pela Universidade de São Paulo (1998), mestrado em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (2003) e doutorado em Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo (2007). Atualmente é Prof. Dr. da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Geografia e Meteorologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Climatologia Geográfica, Antártida, Meteorologia e ciclones extratropicais que atuam no Brasil e no cinturão polar. Realiza pesquisas sérias e críticas sobre a variabilidade climática e seus desdobramentos, desmistificando as “mudanças climáticas antropogênicas” e sua ideologia embutida.

E agora José? Depois dessa aula, acreditar em quem?


Na página 7 de um livro infantil qualquer…

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O tipo de coisa que não deveria parar de ser ensinada.

E se as crianças conseguem…


Capas de álbuns animadas

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Esta é a capa de “Is This It” primeiro álbum de estúdio do The Strokes. Produzido por Gordon Raphael, o álbum foi lançado pela primeira vez em 2001, na Austrália, pela RCA Records. A fotografia da capa do álbum causou polêmica por ser muito sexualmente explícita e foi substituída no mercado do EUA.

A lista de músicas na versão americana também foi alterada em virtude dos ataques terroristas de 11 de Setembro. O álbum foi e ainda é considerado como crucial na formação das outras bandas de música alternativa e da indústria musical do século XXI. Foi considerado por diversas publicações como o álbum mais importante dos anos 2000 e entre os melhores de todos os tempos.

 


Túnel do tempo – Big Bowling, 09 de Agosto de 2003

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Mais uma sessão naftalina no ar, clica na imagem para ver essa cobertura que já está com 9 anos de idade.


Orkutização do Facebook

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Booom! O fenômeno do Facebook explodiu, e quem soltou a bomba já contabiliza – e reclama dos atingidos. Sim, quem fez o Facebook estourar foi você, usuário que se orgulha de ter sua conta desde o surgimento, em 2004. Não sabia que era 2004? Achou que era 2009? Pois é, você não foi “um dos primeiros usuários”. Talvez alguém também tenha pensado que você estragou a parada.

“Maldita inclusão digital”, dirão os mais preconceituosos. Quem vê até pensa que a pessoa sempre teve acesso a internet. “Eu tenho desde que surgiu.” Ah é? E antes dela, honey… Você não existia? Oh, wait: inclusão digital. Um dia a internet chegou pra você e agora tá chegando pra outras pessoas. Com um certo atraso, é fato… Mas isso não te torna mais merecedor que os outros.

Há aqueles que digam que a culpa é dos ex-usuários do Orkut, que agora invadem sua rede social favorita e a poluem com mensagens motivacionais e -já não era sem tempo- gifs animados. “É a Orkutização do Facebook”, se vangloriam os pseudo-intelectuais-cult”. Curioso que as pessoas que dizem isso já foram usuárias do Orkut um dia. “Mas eu excluí o meu há tempos”, se defenderão. Engraçado é que todos chegamos a esse ponto, cedo ou tarde: excluímos uma rede social que não agrada mais e, quase que inevitavelmente, excluímos os usuários das mesmas, criando uma barreira preconceituosa e babaca.

“Ah, lá vem a defensora do Orkut.” Não tenho Orkut, se isso interessar. Achou incoerente? Volta e lê de novo. O motivo deste post não é ter ou não ter uma rede a mais. O motivo é elas serem origem de mais um preconceito de miseráveis intelectuais com pensamento limitado (dessas pessoas que não aprenderam ainda que miséria, diferente de pobreza, nada tem a ver com condição financeira, sabe?).

E chegamos novamente ao mais controverso ponto de um mistério-blasé-ridículo da humanidade: a “rede social” que deveria aproximar, no fim das contas, afasta. Vi certa vez uma comparação que merece atenção. Dizia o ilustre autor que-não-lembro-o-nome – “Rede social é como um carro: você pode utilizar para buscar os amigos para uma festa ou para pegar a estrada sozinho.”

E é aí que tá o segredo: amigos. Não compreendo gente anônima com mais de 1.000 “amigos” no Facebook. Penso que a pessoa certamente não interage com metade desse número, e dos quais interage, vez ou outra deve xingar, cutucar e ofender alguns. “Só aqueles babacas que ficam reclamando do tempo…” “Ou aquelas mal comidas que ficam pedindo alguém para aquecê-las nesse inverno”.

- Aiiiih que dia friuuuuu, quero um cobertor di orelha!!!!!
- Quer calor, vai pra BR pedir pra um caminhoneiro te levar pra Bahia. Assim já consegue outro clima e o cobertor de orelha que merece, burra.

Mas e aí, me diz: é mais chato o mimimi dessas pessoas com as reclamações diárias delas, ou o seu mimimi, reclamando das reclamações alheias?

Sério, gente… Que deselegante! Que desnecessário.
Quando as pessoas respondem com o argumento não elaborado de que “lê quem quer”, estão certas. Corretíssimas, eu diria. As opções de Bloquear, Reportar Conteúdo Inadequado e Excluir estão aí pra isso. Block e Delete no usuário e seja feliz! Sem preconceito. Sem chacotinha barata. Sem agressões gratuitas e discussões com argumentação sem foco. “Você é uma otária por falar essas coisas, Isah!” Sem escrever imensos posts no blog para expor sua indignação com a falta de problemas maiores na vida de algumas pessoas (que você aceitou porque quis, meu filho). OPA! Mas peraí, caceta!

 


Uma mensagem do Chewbacca em comemoração ao #starwarsday

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Super-heróis entregam cerveja e salvam festas de paulistanos

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Imagine-se em uma noite de sábado. Você quer receber amigos ou apenas relaxar em casa mas, ao abrir a geladeira, nota que não há nada para beber ou comer. Ao seu chamado, surge um entregador vestido de super-herói e salva sua noite, trazendo tudo o que você precisa.

A solução inusitada para um problema comum na rotina de jovens paulistanos é o modelo de negócio do casal Denise Lima, 34, e Adriano Fernando, 30. Criado em agosto de 2011, o Disque Gelada é um delivery de conveniências que entrega cervejas, refrigerantes, doces, salgadinhos e até baralhos para os clientes.

Os chamados para os super-heróis podem ser feitos por telefone, Twitter, Facebook, MSN e Skype. Segundo a sócia-fundadora, Denise Lima, a ideia de fantasiar os entregadores, os “breja boys”, foi inspirada nos deliverys temáticos dos Estados Unidos e Canadá.

“Lá, eles se caracterizam de acordo com o produto. É comum um entregador de pizza se vestir de italiano, por exemplo. Aqui, queríamos algo diferente e marcante”, afirma a sócia, que também se veste como “breja girl”.

A reação do público ao receber a entrega dos “breja boys”, no geral, é bastante positiva. De acordo com a sócia da empresa, muitos clientes fazem pedidos apenas para tirar fotos com os entregadores. “Acreditamos que a experiência de compra é mais importante do que o próprio produto”, diz.

Via Uol


Moralismo é gostoso

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Alexandre Soares Silva lembra dum importante aspecto do moralismo: ele dá mais sabor à certas “coisas”. Até me dói cortar a parte inicial do texto, que é igualmente ótima, mas aí vai a finaleira, com síntese e o conselho:

(…)O que me espanta é que ninguém perceba o quanto o moralismo é gostoso. Podemos todas as perversões, mas moralismo não, né? Ora, tenta fazer com o rosto uma expressão de censura moral. Enche o peito inclusive, fica ereto, faz cara de desgosto.

Gostoso, não? Um pouco sexy?

Sexo é mais sexy contra um pano de fundo de um moralismo disseminado e acachapante, de senhores caturros. Preservemos a decência, senhores, e em público voltemos a cobrir certos assuntos de silêncio – quanto mais não seja para continuar conseguindo ter ereções.

Leia o texto completo.


Pais atenciosos superam barreiras

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Conheçam Ethan W., seis anos de idade, tem um princípio de autismo.

Stan Verstegen, 11 anos, nasceu cego.


Sigilo

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Já fazia um bom tempo que ele estava à procura de alguém para ter um relacionamento definitivo. Recentemente até tinha ficado com algumas meninas, mas quando as conhecia de perto, a coisa não andava, sempre aparecia alguma incompatibilidade de gênios ou, simplesmente, não rolava a química.

Mas naquela noite ele saiu sem expectativa alguma, com uma turma de amigos. Nem de carro ele foi, descolou uma carona.

No barzinho, com música ao vivo, o clima era bom, com proporção altamente favorável com muitas mulheres por metro quadrado. Ele percebeu uma cruzada de olhares com uma morena. Mas descartou de cara qualquer possibilidade, pois com tantas opções, ele menosprezou seu instinto apontando para a morena, pensou que não seria a primeira abordagem que iria vingar. E, afinal, ele não tinha saído para procurar alguém.

Com o decorrer da festa, ele percebeu que a morena despachara supostos interessados durante toda a noite e continuava por ali. Assim, ele resolveu fazer uma aproximação e puxou conversa. No meio do assunto, ele questionou:
- O que você faz?
- Sou daqui mesmo.
- O som está muito alto, acho que você não entendeu minha pergunta, o que você faz?
- Ah! Sou funcionária pública.
- Legal, eu sou engenheiro, trabalho numa indústria.
- Poxa, engenheiro! Você deve ser bom em matemática, né?
- Bom, tive que estudar bastante. Mas, você faz o que especificamente? Indagou ele.
- Trabalho pro governo do estado.
- Na saúde?
- Não. Não sou enfermeira. Vou pedir mais uma bebida.

Chamaram o garçon, tomaram mais uns drinks, voltaram a conversar descontraidamente.
Ele perguntou:
- Como você veio para a festa?
- Vim de carro.
- Você pode me dar uma carona?

Ela desconversou, aproveitou que uma amiga vinha passando, enfiou o braço nela, deu um tchau apressadamente e vazou da festa.

Na semana seguinte, falaram-se por telefone e combinaram encontro num bar.

Ele estava encucado. Por que ela tinha ido embora daquele jeito acelerado, fugindo? Por que ela não disse qual profissão exercia?

No fundo ele estava com medo que ela fosse professora de educação física. Pois ele já tivera um affair com uma professora no passado e o namoro não emplacara devido ao ciúme, pois além de trabalhar em uma escola pública, aquela professora também era personal traineer numa academia “cheia de homens se exibindo”, como ele dizia. Será que o filme se repetiria?

Depois da enrolada inicial, ele indagou:
- Em qual área você trabalha?
- Segurança Pública.
- Você é escrivã?
- Não sou delegada.
- Delegada?! Que legal. Por que você não falou antes?
- Porque a profissão exige que eu seja discreta. Aproveitando, quero pedir-lhe desculpas, naquela noite eu estava a fim de ficar com você, mas prefiro agir com mais parcimônia. E Também fiquei com medo de lhe dar uma carona logo na primeira vez, pois a gente nem se conhecia direito.

Até o fechamento desta edição as histórias dos dois permaneciam cruzadas.

 

Por Marcelo Lamas, escritor e autor de “Mulheres Casadas têm Cheiro de Pólvora”.


Trilha pro fim-de-semana # 198

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01 – Of Monsters And Men- Dirty Paws

02 – Noel Gallagher - Let the Lord Shine a Light On Me

03 – Miles Kane - Night Runner

04 – Arcade Fire - Ready To Start (Remixed)

05 – Tenacious D - Low Hangin Fruit

06 – Ziggy Marley With Jack Johnson - Cry Cry Cry

07 – Feeder - Quiet

08 – Mystery Jets - Greatest Hits

09 – Scott Weiland - Breath

10 – The Dandy Warhols -  I Am Free

11 – Keane - Day Will Come

12 – Macy Gray - Nothing Else Matters

13 – The Offspring - Days go by

Clica aqui para pegar

Fica dica do brother Caco Schmidt em Of Monsters And Men


As peculiaridades da hereditariedade em um caso de gêmeos idênticos

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Gêmeos idênticos criados à parte compartilham muitos aspectos de personalidade e geralmente têm em comum muitos aspectos peculiares de hábitos e interesses. Jim Springer (esquerda) e Jim Lewis são gêmeos idênticos que foram adotados por famílias diferentes quando tinham 4 meses de idade, e não se conheceram por 39 anos. Quando descobriram-se, viram que gostavam da mesma marca de cigarros (Salems), cerveja (Miller Lite), carros (Chevrolets azuis), hobbies (carpintaria), e interesses (stock-car). Ambos têm a mesma postura, suspendem as mãos da mesma maneira, e sofrem de enxaqueca e pressão alta. Ambos construíram cercas circulares ao redor das árvores em seus jardins, tiveram primeiras mulheres chamadas Linda, segundas mulheres chamadas Betty, um filho chamado James (James Alan e James Allan), e um cão chamado Toy. Além de tudo, quando preenchem testes de personalidade, alcançam os mesmo resultados nos índices de tolerância, conformidade, flexibilidade, auto-controle e sociabilidade.


Ok, mas o Jim Lewis sabe escolher melhores barbeiros.

Mas agora essa peculiaridade quanto aos nomes foi que mais me impressionou. Coincidência demais apresentada nesse caso ou somos hereditariamente atraídos à pessoas pela fonética?


Humor negro

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Baixe o torrent psicodélico do Animal Collective

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O Animal Collective lançou o single “Transverse Temporal Gyrus”, que vem acompanhado de um arquivo que ao executá-lo traz imagens psicodélicas.

Eles criaram uma página para que seja baixado o arquivo Torrent e se execute (com instruções de uso), veja aqui.

Jamais faça com que uma mulher guarde mágoa de você

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Marek Olszewski andava feliz por aí de namorada nova, depois de um relacionamento frustrado com a dentista Anna Mackowiak, de 34 anos. Por uma ironia do destino, tempos depois de trocá-la por outra mulher, ele teve dor de dente em função de um traumatismo em um dos molares e pensou: “POR QUE NÃO?”.

Sim. Ele acreditou que poderia manter uma relação ~civilizada~ com a ex e marcou uma consulta, pois Anna sempre cuidou disso.
Durante a consulta, Anna teria realizado o procedimento de praxe: sedar o paciente e extrair o dente ruim. Teria, se não tivesse mudado de ideia.

Ao ver Marek desacordado em sua cadeira, tudo o que lhe ocorreu foi: “essa é minha chance de vingança contra o desgraçado”. Movida pelo rancor, a dentista arrancou todos os dentes do ex.

Quando o banguela acordou com a boca cheia de bandagens, Anna disse que o problema dele era mais sério e que seria bom que ele procurasse um especialista. Chegando em casa, Marek entendeu a cilada em que se meteu – e ficou super triste.

No momento, Anna corre o risco de perder a licença para realizar a profissão, mas ficou bem satisfeita com o “sucesso” da cirurgia.

Via ME