21 de novembro de 2008 , 09h46
Barão quem mandou a boa: neste sábado a loja Extreme Premium estará recebendo os clientes com champagne e uma super promoção, aplicando 25% de desconto em todo setor de calças jeans da loja.

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Ler um livro também é uma boa pedida… O que você está lendo?
Quinta-feira, 20 de novembro
- London Pub: é mais tarde palco de festa celebrando 10 anos da Revista Nossa. O deck da casa estará aberto a partir das 17h30, com a área interna da casa reservada para coquetel até 22h. Após, com abertura para o público geral, haverá apresentação da banda Nina e DJ Marcelo Luís, acompanhado de sax live por Anderson. Acessos: os cem primeiros a R$ 5,00 feminino e R$ 10,00 masculino, sendo a bilheteria restante R$ 10,00 feminino e R$ 15,00 masculino. Os acessas são apenas para área interna, sendo o deck da casa livre.
- Choperia Bierbude: música ao vivo com banda Quarteto em Três. Início às 21 horas.
- Estação do Tempo: discotecagem com DJ residente trazendo os melhores hits de época. Acesso: R$ 3,00 feminino e R$ 8,00 masculino - cobrados a partir das 21 horas.
- Momma Club: em Pomerode, apresentação da dupla Orlando & Odair, com repertório sertanejo universitário. Acesso: feminino free e masculino R$ 5,00. Início às 23 horas.
Sexta-feira, 21 de novembro
- Buda´s Bar: música ao vivo com banda fazendo samba rock. Acessos: R$ 3,00. Buda´s fica na rua Exp. Cabo Harry Hadlich, número35, ao lado do posto Marechal, segundo andar.
- London Pub: traz para Jaraguá a saudosa banda Os Chefes para a primeira apresentação em seu palco. Acessos: R$ 10,00 feminino e R$ 15,00 masculino, cobrados a partir das 22h apenas para área interna, sendo o deck da casa com acesso livre.
- Choperia Bierbude: música ao vivo com banda Dasavessa. Início às 21 horas.
- Estação do Tempo: traz para nova apresentação a Banda Atrito, recorde de público na casa tocando clássicos do rock. Acesso: R$ 8,00 feminino e R$ 12,00 masculino - cobrados a partir das 21 horas.
- Moinho Disco: promove seu Pagodaço, apresentando grupo Nova Tendência. Após a banda, DJs Igor Lima e Xalinho assumem a pista. Para elas, rodadas de caipirinha serão distribuídas até 00h. Acessos: R$ 10,00. Início às 23 horas.
- Chopperia Avenida: em Guaramirim, faz pagodeira com grupo Desejo Constante ao palco. Acessos: R$ 5,00. Início às 23 horas.
- Caramba´s: em Indaial, promove festa em parceria com a Jägermeister, apresentando o DJ e produtor alemão Jerome Isma e o residente Carlos Fuse. Acessos: valores não divulgados. Início às 23 horas.
Sábado, 22 de novembro
- London Pub: aberto para happy hour a partir das 17h30, apresenta à noite show de reggae com banda Jahul. Acessos: R$ 10,00 feminino e R$ 15,00 masculino, cobrados a partir das 22h apenas para área interna, sendo o deck da casa com acesso livre.
- Choperia Bierbude: música ao vivo com músico Ricardo Gomes, repertório pop-rock. Início às 21 horas.
- Estação do Tempo: discotecagem de hits de época até meia-noite, após, repertório de house music por DJ. Acesso: R$ 5,00 feminino e R$ 10,00 masculino - cobrados a partir das 21 horas.
- Flora Style: anunciada como a última festa no endereço, a Flora Style versão summer traz figurando no line-up o DJ de hip-hop Naomi (residente Kiwi Bar e El Divino) e os DJs de house Eduardo Moretti e Marco Tomelim. Atração extra, a dupla Carlos Rambo e Richard Otto tocam acompanhados pelo live vocal de Marcos Cavalli. Até 01h haverá distribuição gratuita de chopp Königs, e as 100 primeiras mulheres a chegarem ganharão um Absinto Ice. Acessos: primeiro lote a R$10,00 feminino e R$ 15,00 masculino. Início às 23 horas. Localização: Flora e Botequim, 1.500m após a Malwee Malhas.
- Festa do Casarão: versão 2008 do evento, apresentada pelos promoters Cleiton Jantsch, Flávio “Pépe” Narloch e Thiago Mattos na estrutura da Fazenda Velha Querência. Serão três ambientes, tendo como atrações o grupo de pagode Kibelleza, a dupla de sertanejo universitário Mazzo & Gabriel e os DJs Carlos Fuse, Alva em b2b com Túlio, Xalinho, e Conrado acompanhado da percussão de Rony Costa. Atração à parte, haverá um touro mecânico dando clima no espaço country do evento. Acessos: R$ 10,00 feminino e R$ 15,00 masculino. Início às 23 horas. Localização: Fazenda Velha Querência, a 15min. do centro, no bairro Rio da Luz logo após a Ceval.
- Momma Club: em Pomerode, apresenta festa Ladies Free, com entrada gratuita para elas até 1h30. Na pista apresentam-se DJs Johnny e Oliver, no segundo piso o grupo de pagode Bom Astral. Acesso: R$ 10,00 masculino. Início às 23 horas.
Domingo, 23 de novembro
- London Pub: aberto para happy hour a partir das 17h30, apresenta à noite especial sertanejo com dupla Dany & Rafa. Acessos: R$ 5,00 feminino e R$ 10,00 masculino, cobrados a partir das 20h apenas para área interna, sendo o deck da casa com acesso livre.
- Estação do Tempo: pagode ao vivo a partir das 19 horas. Acesso: R$ 3,00 feminino e R$ 8,00 masculino.
- Chopperia Avenida: em Guaramirim, apresenta a dupla de sertanejo universitário Mazzo & Gabriel, mais DJ Marcelo Luiz. Acessos: R$ 5,00. Início às 18 horas.
CONTATOS:
Caramba´s: carambas.com.br; Chopperia Avenida: chopperiaavenida.com.br ou 3373 1597; Choperia Bierbude: bierbude.com.br ou 3275 1686; Festa do Casarão: 8433 0083 ou 9604 8777; Flora Style: 9975 2700 ou 8807 6888; Estação do Tempo: 3376 4822; London Pub: 3055 0065; Momma Club: momma.com.br.
Veredas_revista virtual de literatura do vale_número_17
Mais um texto ambientado na região!
Hoje vamos de Suelen Rocha, que é graduada em Artes Visuais, cantora (foi finalista do ídolos), compositora e designer.
Cabeças
Suelen Rocha
Luzes vagueiam soltas no meu olhar. Percebo o mundo girante em velocidade alta enquanto, trôpega, caminho em direção ao ponto. Do meu ponto de apoio, na Epitácio.
Ri muitas vezes da irônica proximidade entre o nome dessa rua e da inscrição tumular. Visualizava escrito em minha lápide “E deu-se, por bons trocados, na Epitácio”. Lacrimejava de tanto rir, enquanto me espalhava pela calçada, esperando ser solicitada.
Isso há dias atrás. Hoje a graça permanece escondida na minha cabeça, encoberta pela autopiedade que me acomete quando estou drogada.
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Era tarde de uma noite abafada, como as noites estavam desde o princípio de março - aquele céu de poucas nuvens, quase sem vento, antecipando um dia de calor insuportável.
Os carros que passavam sempre desaceleravam quando se aproximavam dela, e ela, como de praxe, oferecia sua carne a um preço menor, porque os clientes eram poucos àquelas horas da madrugada. Então um deles contratou seus serviços.
A rua, enfim, vazia.
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Olho o corpo perfeito que adorna aquela imperfeição de caráter e me recrimino por pensar que posso julgar alguém. Não pergunto nome, mas não resisto perguntar se tem namorado. Ele diz que não é gay, e sim masoquista. Eu rio, ainda zonza, brincando que esse tipo de gente não existe em Jaraguá. Ele ri e pergunta se eu tenho maquiagem comigo.
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Ela se lembra do pó. De muito pó. E de luzes brilhantes demais para conseguir manter os olhos abertos. Consegue sentir a mão molhada por algo viscoso, e quase ri de pensar o que pode ser. A cabeça nem lateja, retumba. A dor é tão forte que nasce nas mãos um impulso de alcançar uma faca e contar o próprio pescoço. Mas ela não sabe de onde vem esse impulso.
E os dedos ardem, como se tivesse acendido seu isqueiro neles.
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Todos olham para a cabeça-caída e perguntam se será teatro. Alguma intervenção urbana, palpitam os entendidos, que não param para olhar muito tempo. Uma brincadeira de mau gosto, macabra e sem nexo, que “com certeza foram aqueles moleques das calças caindo que fizeram!”
Ao contrário do que imaginam os céticos, a cabeça continua caída. Ela parece tão plástica que alguns arriscam chutar para o canto da praça. A Ângelo Piazera cheira a podre, mas ninguém percebe.
A noite é quebrada pela luz da sirene de um carro de polícia. Vêm tantos fardados que, quem olhasse de algum prédio, poderia achar que os bandidos ainda estavam por lá.
A cabeça-caída-chutada mais falada do dia é recolhida. Parece uma máscara de moça da vida, mas se descobre rosto de rapaz excessivamente maquiado, daqueles que, segundo uma senhora que nada tinha a ver com história, “dão-se, por bons trocados, na Epitácio”.
Salve Max!
Buraka Som Sistema
Conheci o Som do Buraka em 2005, com os single Yah e Wawaba do Ep From Buraka To The World. Achei interessante três gordinhos de Luanda (capital de Angola), que misturaram house com batidas tribais, Semba(que nós chamamos de samba) e kalemba, a qual eles batizaram de Kuduro! Começaram a tocar no bairro e logo deram nas vistas e rodaram o mundo. Foram chamados em 2006, para remixar uma faixa do ultimo disco do Da Weasel(Dialectos de Ternura) de Portugal onde foram muito elogiados. De lá, foram pra Espanha e depois Dinamarca em seguida cruzam o Atlantico e chegam a América onde ganharam mais elogios da critica especializada.
É muito legal ver negros de Angola , mais especificamente de Luanda, chegando a América como artistas e não como escravos! Isso me dá vergonha! Pra quem não sabe Luanda foi a capital africana que mais exportou escravos, maioria dos escravos brasileiros vieram de Luanda.
Bem, o fato é que o pessoal do Buraka gravou o seu novo disco Black Diamond e voltaram pra Luanda para ver qual foi o efeito que teve entre o seu povo que é tão vitimado pela pobreza.
Vejam só como eles foram longe! Vejam o efeito da música nas pessoas, mesmo em condições de extrema pobreza.
com vocês Buraka Som Sistema!
“Tem muito ouvinte na Burrice, eles tão cheio de esquisitisse!
é que o sucesso não nos persegue, por isso eles estão tristes”
Wawaba 2005
Yah 2005
http://www.youtube.com/watch?v=-TWXXyaCQJM
e agora o retorno a Angola/Luanda e vejam o que eles encontraram lá!
nessas andanças encontraram M.I.A, que acabou participando desse video!
http://www.youtube.com/watch?v=OsgO0rNiyXw
Até mais e boa semana a todos!
Tiogel é DJ residente do London Pub e toda terça-feira esta presente na casa apresentando novos ritmos para a galera.
Recém contratado para estágio, fui convidado por dois colegas de trabalho para uma pescaria.
Eu estava com a “síndrome do invisível”, achava que ninguém me via trabalhando. Todo iniciante tem esse sentimento num novo emprego. Quando me chamaram, pensei: “Legal, os caras me convidaram”!
Na véspera, perguntei sobre o que levar para o passeio. Eu estava interessado – mesmo! – no cardápio, que era bem sugestivo.
Meu paladar rejeita quaisquer frutos do mar, inclusive camarão, o que surpreende muita gente.
Mas como eu não queria ser infiel à consideração do convite, não comentei nada. Arrumei a mochila e fui com os companheiros.
Eles sugeriram que eu tomasse um comprimido para evitar enjôo na navegação. Depois que ingeri, lembrei do alerta da minha mãe, que dizia para não aceitar nada de estranhos. Poderia ser algum entorpecente e eu mal conhecia os sujeitos direito.
O fato é que não senti nada no trajeto, até hoje não sei se foi a prevenção com o remédio ou firmeza do meu organismo.
Depois de meia hora de barco, chegamos ao lugar deserto. Eles levaram sal, grelha, carvão, espetos, cervejas e Coca-Cola.
Ah! Eu tive que ajudar a pagar o aluguel da embarcação, o que para um estagiário é um atentado financeiro, pois provoca greve de fome forçada no fim do mês.
Os parceiros eram bem profissionais, tinham roupa de neoprene, máscaras e equipamento sofisticado.
O dia foi passando e eles usando técnicas diferenciadas, as quais me explicavam detalhadamente. Acho que os peixes que circundavam a ilha conheciam os truques, pois já estávamos no final de tarde e nenhum aquático capturado.
Depois daquela pescaria, aqueles dois colegas de expediente viraram grandes amigos meus e também fiquei com fama de estrategista, pois ainda na ilha, a fome da dupla especializada e a minha acabou quando abri a mochila e tirei um cacho exagerado de bananas que eu tinha levado camufladamente enrolado numa toalha de banho, pois peixe eu não ia comer.
No final daquele mês, revezei jantares nas casas deles até receber meu auxílio sobrevivência, digo, salário de estagiário.
Ainda bem que em nenhuma noite teve pescado no cardápio.
A propósito
A banana é o quarto alimento vegetal mais consumido no planeta, ficando atrás do arroz, do trigo e do milho.
Marcelo Lamas
Engenheiro Eletricista, professor universitário, escreve artigos e crônicas para jornais, revistas, sites e livros há 13 anos.
marcelolamas@globo.com
Crônica publicada na Revista Banana D’Água – Edição 02
Círculo de Leitura de Jaraguá do Sul - 27ª Sessão
Especial “A literatura e o mar”
- Fala “No mar, veremos” com Cristiano Moreira
O mar como instrumento da literatura: grandes autores que usaram o mar em seus livros e o mar nas artes.
Cristiano Moreira é autor de Rebojo (Bernúncia Editora), coordenador da Editora Papa Terra e Mestre em Teoria da Literatura. Filho de pescador, acredita que “um barco é um livro de madeira”.
- Sorteio de livros
- Dicas para participar dos Prêmios Cruz e Sousa, SESC de Literatura e Edital Elisabete Anderle
- Última sessão do ano, participe!
Dia 27 de novembro, quinta-feira, 17h, Grafipel Megastore (Quintino Bocaiúva, 42)
Entrada franca
O Círculo de Leitura é um palco de idéias, um ponto de encontro para os amantes da Literatura. Há sempre um convidado de honra para dividir seus conhecimentos, e a força do evento reside em seu aspecto democrático: todos têm voz. Basta comparecer para participar do debate e comentar sobre o livro que está lendo. Não é um espaço onde as pessoas se reúnem para ler coletivamente, e sim para trocar impressões sobre os livros lidos.
Realização: Design Editora e Grafipel Megastore.
Apoio: Editora da UFSC
Cineclube de Jaraguá do Sul apresenta
Amor à flor da pele

Melhor ator no Festival de Cannes - Indicado à Palma de Ouro de Cannes
Melhor filme estrangeiro no César, New York Film Festival, Argentinean Film Critics Association Awards, Fotogramas de Plata, German Film Awards e Hamburg Film Festival
Melhor roteiro estrangeiro no European Film Awards
Melhor Diretor no Hong Kong Film Critics Society Awards
Melhor filme no Montréal Festival of New Cinema e Valdivia International Film Festival
Dia 26 de novembro, quarta-feira, 19h30min, na Sala Multimídia do Centro Cultural/SCAR
Entrada franca
Última sessão do ano
Em Amor à flor da pele (Fa yeung nin wa, 2000), verdadeira obra-prima de Wong Kar Wai, o jornalista Chow Mo-wan (Tony Leung Chiu Wai) muda-se, com a esposa, para um novo apartamento. No local, conhece Su Li-zhen Chan (Maggie Cheung), uma linda mulher também casada. Aos poucos, eles se tornam amigos cada vez mais próximos, uma vez que seus cônjuges passam boa parte do tempo fora. Porém, ambos descobrem que seus respectivos companheiros estão tendo um caso e vão buscar conforto e ajuda nessa profunda amizade.
Logo após a sessão, debate sobre o filme com os curadores do Cineclube de Jaraguá do Sul: Carlos Henrique Schroeder e Gilmar A. Moretti.
Realização: Design Editora e Gpoex/SCAR.
Quinta-feira, 13 de novembro
- London Pub: apresenta no palco as bandas Jahul (reggae) e Swingaê (pagode). Acessos: feminino free e R$ 10,00 masculino, cobrados a partir das 22h30 apenas para área interna, sendo o deck da casa com acesso livre.
- Choperia Bierbude: música ao vivo com banda Tribo da Lua. Início às 21 horas.
- Estação do Tempo: discotecagem alternada entre os DJs da Festa do Vinil. Acesso: R$ 3,00 feminino e R$ 8,00 masculino - cobrados a partir das 21 horas.
- Momma Club: em Pomerode, apresentação da dupla Mayk & Rey, com repertório sertanejo universitário. Acesso: feminino free e masculino R$ 5,00. Início às 23 horas.
Sexta-feira, 14 de novembro
- London Pub: apresenta show com Quarteto em Três, banda repertório rock e pop-rock. Acessos: R$ 10,00 feminino e R$ 15,00 masculino, cobrados a partir das 22h30 apenas para área interna, sendo o deck da casa com acesso livre.
- Choperia Bierbude: noite especial hip-hop apresentando DJ Puff, o melhor do gênero no país. Complementam o line-up os DJs André Heat (residente hip-hop do clube blumenauense Camorra) e Fernando S. Acesso: R$ 10,00. Início às 22 horas.
- Estação do Tempo: música ao vivo com banda Fogazza, de Curitiba, trazendo clássicos do rock para o palco da casa. Acesso: R$ 8,00 feminino e R$ 12,00 masculino - cobrados a partir das 21 horas.
- Nag Champa: evento Winners - Concurso Jägermeister apresentando 4 dos 50 melhores DJs selecionados pela Jägermeister, mais AIMEC de Balneário Camboriú. Acessos: valores não divulgados. Início às 22 horas. Localização: Walter Marquardt, 2105, 500m após a antiga Combat, sentido centro-bairro.
- Chopperia Avenida: em Guaramirim, apresenta Renato e Cia em formato acústico. Acessos: valores não divulgados. Início às 23 horas.
- Caramba´s: em Indaial, promove a balada Free Girls, com entrada livre para elas até 01h e apresentação dos DJs Conrado, Fabrício Yensen e Carlos Fuse. Acessos: valores não divulgados. Início às 23 horas.
Sábado, 15 de novembro
- London Pub: aberto para happy hour a partir das 17h30, apresenta à noite Balada London, com DJ Fernando S. Acessos: R$ 10,00 feminino e R$ 15,00 masculino, cobrados a partir das 22h30 apenas para área interna, sendo o deck da casa com acesso livre.
- Choperia Bierbude: música ao vivo com dupla Jean e July, repertório pop-rock. Início às 21 horas.
- Estação do Tempo: discotecagem de hits de época até meia-noite, após, repertório de house music por DJ. Acesso: R$ 5,00 feminino e R$ 10,00 masculino - cobrados a partir das 21 horas.
- Nag Champa: promove noite de jazz e bossa nova, com apresentação inédita da banda Acarajazz. Acessos: valores não divulgados. Início às 22 horas. Localização: Walter Marquardt, 2105, 500m após a antiga Combat, sentido centro-bairro.
- Momma Club: em Pomerode, apresenta festa do Curso de Moda Unerj, com DJs Cesinha e Johnny, mais dupla Mazzo & Gabriel no segundo piso. Acesso: valores não divulgados. Início às 23 horas.
Domingo, 16 de novembro
- London Pub: aberto para happy hour a partir das 16h, apresenta à noite especial sertanejo com dupla Nicolas & Matheus. Acessos: R$ 5,00 feminino e R$ 10,00 masculino, cobrados a partir das 20h apenas para área interna, sendo o deck da casa com acesso livre.
- Estação do Tempo: pagode ao vivo a partir das 19 horas. Acesso: R$ 3,00 feminino e R$ 8,00 masculino.
- Chopperia Avenida: em Guaramirim, apresenta a dupla de sertanejo universitário Dani & Rafa. Acessos: valores não divulgados. Início às 18 horas.
EXTRAS - LITORAL:
Bali Hai, Piçarras: abertura com DJs residentes mais convidado Cassiano Cruz. No palco, apresentação de Eu e Minha Banda. Contato: balihai.com.br
Banana Joe, Ubatuba: abertura temática country, com DJ Cesar (country music), Rodrigo & Rodrigo, Lucas & Renan (Curitiba - Real Vila) e Nicolas & Matheus. Contato: bananajoe.com.br
CONTATOS:
Caramba´s: carambas.com.br; Chopperia Avenida: chopperiaavenida.com.br ou 3373 1597; Choperia Bierbude: bierbude.com.br ou 3275 1686; Estação do Tempo: 3376 4822; London Pub: 3055 0065; Momma Club: momma.com.br; Nag Champa Lounge Bar: 9925 7351.
Veredas_revista virtual de literatura do vale_número 16
Mais um texto ambientado na região!
Hoje vamos de Denise Ravizzoni. Graduada em Letras, é redatora publicitária, roteirista e pesquisadora da obra de Edgar Allan Poe.
Exílio
Denise Ravizzoni
Desde que chegou à cidade atraíram-lhe as pontes. Não ligava para as montanhas verdes que davam forma ao vale. Não importava o céu claro a ponto de doerem-lhe os olhos. Nem os trilhos dos trens em meio ao tráfego, obrigando os carros a manobrar em direção ao passado. O magnetismo estava no murmúrio do rio que rasgava as ruas, escorrendo feito hemorragia de um grande corte. O rio e suas inevitáveis, necessárias pontes. Debruçada nas balaustradas de concreto, observava as pedras imóveis em seu eterno esforço de resistência contra águas que nunca paravam.
Em seu exílio voluntário, quis mais de uma vez escalar os pequenos muros e saltar para a veia aberta que jamais cicatrizava. Mas não naquela ponte. Nem na outra, rodeada por árvores povoadas de um passaredo loucamente barulhento. Ou ainda aquela com vão maior formado por retângulos inexatos onde eventuais pescadores matinais encaixavam as pernas para a paciente espera (os peixes não viriam nem nesta nem na próxima manhã, pois eram das garcinhas brancas que espreitavam margens ou ilhas formadas por montinhos de seixos).
Embora intensamente quente durante as tardes intermináveis, a cidade amanhecia envolta em bruma fresca. A melhor hora para suas explorações, vestida como os demais praticantes de saudáveis caminhadas. Seu álibi. O que realmente queria era mapear todas as pontes. Investigava suas origens no Arquivo Histórico, procurava saber quem era o ilustre personagem que lhes emprestava o nome.
Pensar em nomes remeteu-a ao seu e ao de outra Virgínia, a Woolf, a inglesa escritora. Ambas obcecadas por margens e rios. Ela perdida em si mesma, invadida pelas águas das monções. A outra perdida em seu universo, construindo frases atormentadas feito castelos de galhos que as águas logo levariam. Seria ela como a outra? Encheria os bolsos de pedras e se entregaria docilmente ao lodo do fundo?
Então, numa das caminhadas, depois de atravessar trilhos, aproximar-se do que parecia ser um clube, a visão que a mesmerizou. Encontrou “A” ponte. Não de concreto. Não para veículos. Madeira, cabos e cordas numa rua vazia e arborizada. Cheiro de mato e mofo. Antiga, meio bamba, as teias, produto do trabalho de engenhosas aranhas, eram enormes, brilhavam seus fios presos aos cabos refletindo todas as cores do mundo. “A” ponte que a ligaria ao entendimento de tudo. As águas abaixo eram escuras, velozes e profundas. Cenário perfeito. Era um imenso ímã puxando cada pequena partícula do seu corpo em direção àquela paisagem. E assim foi. Os primeiros passos fizeram a ponte oscilar suavemente. Riu do próprio medo. Era, no mínimo, irônico. Procurou por uma falha, uma abertura entre os cabos e sentou. As pernas soltas, suspensas, balançando, como fazem as crianças em um banco alto.
Sentia como se entendesse naquele exato momento o motivo de todas as coisas. A razão de tudo, ou a falta de. Faria ela como a outra Virgínia e se deixaria levar pela correnteza sem resistência alguma? Agora, que finalmente encontrara “A” ponte, compreenderia a atração pelas amuradas, a sensação de fascínio pelo abismo? Por alguns segundos pensou que sim. Soltou as chaves que trazia na mão até ouvir o som do objeto que encontrou a superfície líquida do impacto. Medir a altura antes de cair? Não. Não ela. Não essa Virgínia. Levantou-se com uma serenidade que não lhe pertencia há anos. Atravessou a ponte e seguiu para casa, sem as chaves, mas com todas as portas definitivamente abertas.
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Edição: Carlos Henrique Schroeder é crítico literário, escritor e editor. Autor de oito livros, dentre eles A rosa verde (Edufsc) e Ensaio do Vazio (7 letras). É editor da Design Editora e da Editora da Casa. Assessor do SESC Santa Catarina na área de Literatura. É curador da Feira do Livro de Jaraguá do Sul e do Cineclube de Jaraguá do Sul. É cronista fixo (escreve aos sábados) nos jornais A notícia e O Correio do Povo e suas oficinas já formaram mais de uma centena de escritores.