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Posts de Isah Sanson

Orkutização do Facebook

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Booom! O fenômeno do Facebook explodiu, e quem soltou a bomba já contabiliza – e reclama dos atingidos. Sim, quem fez o Facebook estourar foi você, usuário que se orgulha de ter sua conta desde o surgimento, em 2004. Não sabia que era 2004? Achou que era 2009? Pois é, você não foi “um dos primeiros usuários”. Talvez alguém também tenha pensado que você estragou a parada.

“Maldita inclusão digital”, dirão os mais preconceituosos. Quem vê até pensa que a pessoa sempre teve acesso a internet. “Eu tenho desde que surgiu.” Ah é? E antes dela, honey… Você não existia? Oh, wait: inclusão digital. Um dia a internet chegou pra você e agora tá chegando pra outras pessoas. Com um certo atraso, é fato… Mas isso não te torna mais merecedor que os outros.

Há aqueles que digam que a culpa é dos ex-usuários do Orkut, que agora invadem sua rede social favorita e a poluem com mensagens motivacionais e -já não era sem tempo- gifs animados. “É a Orkutização do Facebook”, se vangloriam os pseudo-intelectuais-cult”. Curioso que as pessoas que dizem isso já foram usuárias do Orkut um dia. “Mas eu excluí o meu há tempos”, se defenderão. Engraçado é que todos chegamos a esse ponto, cedo ou tarde: excluímos uma rede social que não agrada mais e, quase que inevitavelmente, excluímos os usuários das mesmas, criando uma barreira preconceituosa e babaca.

“Ah, lá vem a defensora do Orkut.” Não tenho Orkut, se isso interessar. Achou incoerente? Volta e lê de novo. O motivo deste post não é ter ou não ter uma rede a mais. O motivo é elas serem origem de mais um preconceito de miseráveis intelectuais com pensamento limitado (dessas pessoas que não aprenderam ainda que miséria, diferente de pobreza, nada tem a ver com condição financeira, sabe?).

E chegamos novamente ao mais controverso ponto de um mistério-blasé-ridículo da humanidade: a “rede social” que deveria aproximar, no fim das contas, afasta. Vi certa vez uma comparação que merece atenção. Dizia o ilustre autor que-não-lembro-o-nome – “Rede social é como um carro: você pode utilizar para buscar os amigos para uma festa ou para pegar a estrada sozinho.”

E é aí que tá o segredo: amigos. Não compreendo gente anônima com mais de 1.000 “amigos” no Facebook. Penso que a pessoa certamente não interage com metade desse número, e dos quais interage, vez ou outra deve xingar, cutucar e ofender alguns. “Só aqueles babacas que ficam reclamando do tempo…” “Ou aquelas mal comidas que ficam pedindo alguém para aquecê-las nesse inverno”.

- Aiiiih que dia friuuuuu, quero um cobertor di orelha!!!!!
- Quer calor, vai pra BR pedir pra um caminhoneiro te levar pra Bahia. Assim já consegue outro clima e o cobertor de orelha que merece, burra.

Mas e aí, me diz: é mais chato o mimimi dessas pessoas com as reclamações diárias delas, ou o seu mimimi, reclamando das reclamações alheias?

Sério, gente… Que deselegante! Que desnecessário.
Quando as pessoas respondem com o argumento não elaborado de que “lê quem quer”, estão certas. Corretíssimas, eu diria. As opções de Bloquear, Reportar Conteúdo Inadequado e Excluir estão aí pra isso. Block e Delete no usuário e seja feliz! Sem preconceito. Sem chacotinha barata. Sem agressões gratuitas e discussões com argumentação sem foco. “Você é uma otária por falar essas coisas, Isah!” Sem escrever imensos posts no blog para expor sua indignação com a falta de problemas maiores na vida de algumas pessoas (que você aceitou porque quis, meu filho). OPA! Mas peraí, caceta!

 


Siga seu coração

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Da coluna do Prates hoje, no Correio do Povo:

O pior dos conselhos que pode ser dado a uma pessoa aflita é – siga seu coração. O coração é um magnífico trapaceiro, vive nos empurrando no abismo das emoções e dos falsos amores. Quem melhor nos aconselha é a razão, mas a razão tem cara feia, é ranzinza, nada popular. Contudo, é ela que quase sempre tem razão, quando ela não tem, ninguém mais tem…

“Siga seu coração” is the new “Faça o que quiser e não me incomode, pois eu não me importo.”


À flor da pele – cobertura de cicatriz

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Fonte da foto: http://revistatpm.uol.com.br/

Algumas cicatrizes não têm jeito: ficam ali marcadas para nos lembrar de um episódio de nossas vidas. Porém, na maioria das situações, elas não remetem a um acontecimento bom. Isso sem mencionar que algumas são em lugares aparentes, causando desconforto para os mais vaidosos.

Por esses motivos, tatuagens de coberturas são frequentes. As mais comuns são cobertura da marca da cesariana ou de cirurgia de próteses mamárias (silicone, oi), mas também existem outros casos, onde as tatuagens são utilizadas até mesmo como forma de camuflar estrias.

Antigamente a prática era menos comum, pois os tatuadores tinham receio em tatuar sobre cicatrizes por não saberem como seria o efeito da tinta na pele cicatrizada a médio e curto prazo. Como algumas pessoas insistiam na experiência para se livrarem da marca indesejada, a técnica foi testada e aprimorada nessas cobaias voluntárias.

Graças à essas cobaias a técnica evoluiu e hoje pode ser praticada com tranquilidade, mas outra coisa que precisa ser esclarecida: a tatuagem disfarça a cicatriz. Nem sempre é possível escondê-la totalmente, algumas vezes por ter formação de queloide, outras por ser uma cicatriz impossível de tatuar, pela pele não absorver o pigmento, etc. Existem casos onde a tatuagem disfarça tão bem que a marca fica praticamente imperceptível. Por isso é preciso verificar antes se há possibilidade de tatuar. Em alguns casos é preciso consultar também o dermatologista, mas na maioria dos casos é possível fazer a tatuagem corretiva.

A principal condição para tatuar sobre a cicatriz é que ela tenha no mínimo doze meses. Quanto mais antiga melhor o resultado. Nos casos onde a cicatriz possui queloides aparentes, a experiência do profissional é fundamental, pois o tatuador pode aproveitar o relevo da pele para dar forma tridimensional ao desenho.

A cor preta é que tem melhor aderência nesses casos. Também é possível fazer uma tatuagem colorida, mas como a pigmentação ocorre de forma diferente na pele onde há uma cicatriz, em alguns casos é preciso fazer manutenção periódica para que a cor seja mantida.  O tempo médio de retoque para esses casos é de 1 ou 2 anos.

Sendo uma pele nova, onde os nervos estão mais próximos da superfície, a sensibilidade é maior. Logo, dói mais. Quanto a mais não dá pra mencionar, já que sensibilidade é uma coisa muito particular. Já os cuidados após o procedimento são os mesmos de uma tatuagem comum: pomada, sabonete neutro, cuidados com o sol, piscina, etc.

Vale dar um recado para as mulheres, que são as maiores adeptas da tattoo como cobertura de cicatrizes: na barriga é preciso tomar muuuuito cuidado, pois há a possibilidade de a tattoo deformar caso a pele não seja bem hidratada durante a gravidez ou um regime. Como é um lugar onde a pele tende a variar muito durante a vida, ainda mais no sexo feminino onde o “efeito sanfona” é constante, a tatuagem pode esticar, ou pior: esticar e depois enrugar. Vish!

Algumas pessoas usam da criatividade para “valorizar” a cicatriz com a tatuagem, o que dá um ar mais divertido para a arte. Em ambos os casos, o que vale é que a pessoa não se sinta mais constrangida.


À Flor da Pele – Cover Up

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Ou cobertura, pros mais leigos. Como a remoção a laser é mais cara que uma nova tattoo e nem sempre apaga todos os pigmentos utilizados, muitas pessoas recorrem ao cover up, que nada mais é que uma tattoo para cobrir outra.

É mais caro que uma tatuagem, mas não tanto quanto o laser. E é normal que seja mais caro, afinal, é um trabalho que requer muito estudo, preparação e paciência do tatuador para que o desenho de baixo não fique visível. Além disso, alguns profissionais se recusam a fazer cover up, porque não foram eles que fizeram a tatuagem e cobrir uma tatuagem, além de mais trabalhoso, é bem menos prazeroso para o profissional. Normal. Ainda assim, não são todos os tatuadores que conseguem fazer com maestria (portanto, informe-se direito antes de fazer um cover up, porque na tentativa de consertar um erro você pode acabar fazendo outra cagada burrada).

Existem dois estilos de cover up: um que faz uma nova tatuagem completamente diferente do contexto anterior (geralmente muito maior, para dar conta de cobrir o antigo desenho por inteiro), e outro que usa algumas linhas já existentes no traçado para dar origem a uma nova imagem.

Se o desenho que você escolheu para a cobertura tem cores mais claras que a antiga, o tatuador precisará de mais “luz” e fará algumas “sessões de lavagem”, aplicando camadas de branco ou algum tom que seja parecido à sua pele. Isto fará com que o tom da velha tatuagem clareie em uns 20%. Feito isso, ainda será necessário esperar cerca de 2 meses para que você possa voltar a repetir esta sessão, e só quando a luz necessária for aplicada totalmente que é possível dar continuidade no processo. Se você precisar disto, tenha paciência, porque vai demorar!

Outra coisa que vale lembrar: uma tatuagem consertada nunca ficará tão boa quanto uma feita por um bom profissional em uma área sem nenhuma aplicação, pode tirar o cavalinho da chuva. Isso porque normalmente é necessário corrigir alguns defeitos usando mais sombra que o normal. Nem vai sonhando, ok? Mesmo assim, em alguns casos vale mais a pena fazer um cover up com um bom profissional do que uma remoção. Se a cobertura for bem feita, fica praticamente imperceptível para quem não entende tanto desta questão de sombras (quase todo mundo).

Palavra de quem fez: dói pra caramba! Bem mais que uma tatuagem – pode acreditar. Isso que eu não precisei das sessões de lavagem, mesmo sendo branca como uma folha a4.
No meu caso foi necessário fazer um cover up porque tive alergia a uma tonalidade de magenta (é bem comum ter alergia a uma certa cor e as outras não), já nos finalmentes da tatuagem, depois de ter feito todo o contorno e quase toda a pintura. Triste, né?

Isso é o tipo de coisa que a gente só descobre tatuando, mesmo já tendo feito outras tatuagens antes. Eu já estava na 4ª quando descobri alergia a um pigmento. Mas aí não valia a pena eu apagar toda a tattoo (que tava praticamente pronta e que tava exatamente como eu queria) por causa disso. O mais adequado foi fazer um cover up só na cor onde tive reação alérgica. Sinceramente, eu não desejo essa dor pra ninguém – mas tô aqui, vivona e com a tattoo pronta! No fim das contas, o tatuador fez um trabalho maravilhoso no meu cover up: apesar de precisar outra tonalidade de pigmento, ele conseguiu manter a cor que eu queria, fazendo uns efeitos com sombras e uma misturinha com tinta branca. Abaixo uma  foto da minha tattoo quando deu a reação alérgica (na rosa). Tá aí  a Mictecacíhuatl (dama da morte em forma de La Catrina) que não me deixa mentir: meu cover up ficou ótimo (apesar das fotos serem péssimas, sorry!)

Outras cover ups bem sucedidas que eu encontrei:

Pra quem quiser, depois do Jump tem as imagens maiores.

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À flor da pele – Remoção

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Pros leitores mais bonitos da cidade que sentiram falta da minha coluninha sagrada de quarta-feira, eis um novo novo post da série. E o assunto hoje é papo reto!

Tatuagem boa custa caro. Remoção custa mais ainda. Coloque isso na sua cabeça antes de fazer uma tatuagem. Até porque o objetivo de uma tatuagem é que seja eterna, então é bom que seja muuuito bem pensada.

Mas para quem já cogitou a ideia ou já se perguntou sobre a remoção, vamolá, vamolá.

Pra quem fez uma tatuagem “nas coxas” ou com algum significado que já não vale mais, o post já parte de má notícia: pouquíssimos cirurgiões garantem a remoção completa da tattoo. A boa é que a técnica evoluiu muito (muito mesmo).

Antes do uso do laser se tornar comum (final da década de 80) retirar tatuagens era uma atitude só para os mais corajosos. Isso porque a técnica consistia no uso de uma ou mais cirurgias geralmente dolorosas e que induziam a formação de cicatrizes. Existiram várias maneiras de remoção antes de chegar ao laser. As mais comuns foram:

- Dermabrasão, em que a pele era “lixada” para remover as camadas intermediárias e superficiais;

- Criocirurgia, em que se congelava a região antes de sua remoção;

- E a excisão, onde o dermatologista removia a tatuagem com bisturi e fechava o ferimento com pontos.

O laser se tornou o tratamento padrão para remoção de tatuagens, porque ele proporciona uma alternativa de baixo risco e sem sangramento, com efeitos colaterais mínimos. Os pacientes podem ou não precisar de anestesia, mas não há necessidade de internação. Apenas são necessários intervalos de três semanas entre as sessões, para permitir que os resíduos do pigmento sejam absorvidos pelo corpo. Durante esse tempo, é preciso cuidado máximo e paciência com casquinhas, pomadas e curativos.

O laser produz luz intensa que passa pelas camadas superiores da pele sem causar danos (pelo menos que sejam conhecidos até então) e são absorvidos pelo pigmento da tatuagem. Essa energia faz com que o pigmento da tatuagem se fragmente em partículas menores que são então expelidas pelo sistema imunológico. Ou seja: dói. Quem já fez descreve a dor como respingos de gordura quente.

Dá uma olhadinha no vídeo pra sentir o drama:

Outra má notícia é que o tipo de laser usado para remover tatuagens depende das cores dos pigmentos usados, sendo as cores amarelo e verde mais difíceis para remover (azul e preto são as mais fáceis). Nem sempre é possível apagar totalmente o desenho, porque isso também depende de cores, qualidade da tinta utilizada, cuidados após o tratamento e a reação imunológica da pessoa.

Após o tratamento, é preciso aplicar uma pomada antibacteriana e um curativo no local, que deve ser mantido limpo com aplicação contínua da pomada, seguindo as instruções médicas.

Então, cara pálida, melhor ter certeza antes de rabiscar a pele, porque apagar essa marca depois acaba saindo caro (além de ser doloroso e poder não sair totalmente). Ainda sou da opinião que se for feita por um bom profissional e tiver qualidade, mesmo que você passe a não gostar mais do desenho, não tem necessidade de remover. Isso porque em algum momento você gostou daquela tattoo e ela faz parte da sua história. Mas aí se você fez uma tatuagem com um “vizinho do primo do meu amigo”, na cadeia loucura, ou do nome da (o) namorada (o)… Só lamento. É possível fazer a remoção ou cobrir com um novo desenho, e boa sorte!


À flor da pele – Lugares mais doloridos

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Uma das coisas que mais ouço quando pedem pra olhar alguma das minhas tatuagens é: – Doeu? Qual delas mais doeu?

A resposta é óbvia. Tatuagem dói. Arde. Coça. Descasca.
Por quê? Porque é um procedimento semelhante ao de um ferimento, onde agulhas saem e entram em média, de 80 a 150 vezes por segundo na pele. Mas o quanto dói, depende de muitos fatores.

A percepção de dor é algo muito pessoal. O que dói em uma pessoa pode ser prazeroso para outra (vide caso dos masoquistas). Reza a lenda que as mulheres que já deram a luz também tem outro nível de percepção de dor, e que pra elas a tatuagem é algo praticamente indolor.
Outras coisas também interferem no nível de dor, como o nível de domínio de técnica do tatuador, tamanho do desenho e também o local que será rabiscado.

Os lugares com maior probabilidade de dor são os lugares normalmente mais sensíveis, onde a pele é mais fina ou os ossos são mais aparentes. Pra quem está pensando em fazer a primeira tatuagem, vale a pena dar uma repensada no lugar e começar por um local onde a sensibilidade seja menor, para não correr o risco de se assustar com a dor e não querer terminar a tatuagem. Dá uma olhada na lista:

  • Órgãos genitais ou próximo dos mesmos
  • Interior da coxa
  • Peito dos Pés
  • Mãos
  • Costelas
  • Peito
  • Cabeça
  • Rosto
  • Pescoço
  • Axilas

Uma dica bacana para ter uma noção da sua sensibilidade é fazer uma simples experiência: peça pra alguém beliscar o seu braço e depois a parte de cima do pé, ou interior da coxa (ou qualquer outro lugar que pense em tatuar). Entre braço e pé, o normal é que a parte superior do pé tenha sensibilidade maior. É uma regra geral, as zonas com mais músculo e/ou gordura doem beeeeem menos que aquelas partes do corpo com uma alta concentração de nervos, ossos ou zonas erógenas.

Também existem lugares que os próprios tatuadores desaconselham: caso dos cotovelos, pés, joelhos e dobras dos dedos das mãos, porque há maior probabilidade da tatuagem “estragar”, por serem zonas propícias a rugas que podem “desfigurar” a tatuagem com o tempo.

Mas é claro que vale usar a frase de Pearl Harbor, que diz que “A dor é passageira, mas a glória é eterna.” No caso, não só a glória de ter “suportado a dor”, mas a beleza do desenho e a grandeza do significado que ele tem pra cada um. Além disso, quando você começa a pensar desta forma, a dor é substituída por endorfina e começa a ficar completamente tolerável.

Eu que sou bem mulherzinha nesse quesito, posso afirmar que a é completamente tolerável e que depois de feita a primeira, mesmo que tenha sido dolorida, sempre dá vontade de fazer mais uma.

Agora, respondendo as perguntas que deram início ao post: dói sim, e a que mais doeu foi essa das costelas, mesmo não sendo tão grande. A intenção, inclusive, é aumentar essa também.

Vejam algumas tattoos feitas nas áreas mais sensíveis:

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Ô fase!

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Pra aumentar a auto-estima da galera.


Shopping Breithaupt faz homenagem às Mulheres

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No dia Internacional da Mulher o O Shopping Breithaupt resolveu inovar, e escolheu uma nova forma para homenagear as mulheres que trabalham lá: ao invés de presenteá-las com uma flor ou bilhete, resolveu fotografá-las, para mostrar a todos a cara de cada uma das mulheres colaboram para torná-lo um ambiente mais limpo, saboroso, organizado, harmonioso, divertido e bonito.

Todas as mulheres que trabalham no Shopping foram fotografadas, desde as “tias da limpeza” até as vendedoras e cozinheiras da praça de alimentação, já que o trabalho de cada uma delas é imprescindível.

Deu um trabalhão pro nosso fotógrafo Tiba, que levou cerca de 5horas para clicar todas, mas o resultado valeu a pena. Ficou show de bola, uma homenagem e tanto!

Cliquem na imagem para conferir a galeria completa, ou aqui:


Gastronomia no Dia das Mulheres

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Vejam o que os estabelecimentos da cidade prepararam para marcar a comemoração deste dia:

No Mr Beef, acontece uma promo supimpa: chapeados de picanha e filé mignon com 30% de desconto;

O pessoal da Confraria do Churrasco também preparou um presente especial para as mais carnívoras: hoje o rodízio de churrasco sai por apenas R$24,90 para elas, e as mulheres ainda levam uma taça de espumante ou um drink;

O Sacramentum Pub liberou a entrada franca das mulheres;

E o Madalena caprichou também. As mulheres que comprarem uma garrafa de espumante Rondiné ganham uma pizza sensação – a favorita do público feminino.

Bacana, hein? Mulheres, aproveitem estas promos para comemorar o seu dia. Homens, aproveitem para agradá-las – ainda mais.


Oportunidade de emprego

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E das boas, viu? Leitores ousados, criativos e dinâmicos que estão procurando um trabalho na área de design, olha a chance:


À Flor da Pele – Yakuza, a máfia japonesa

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Alguns leitores da sessão À Flor da Pele me indicaram um documentário do History Channel (cliquem aqui para conferir), sobre as tatuagens da máfia Yakuza. Coisa finíssima, por sinal. Por isso, hoje vou falar um pouquinho sobre a Yakuza e suas tatuagens.

A Yakuza é uma máfia japonesa onde os membros possuem tatuagens características, e que surgiu como diversas associações criminosas, que obedeciam a regras bem rígidas e específicas, no início do século XVII.

As tatuagens estampadas nos membros da Yakuza são sinais de fidelidade, e são uma forma de afiliação ao clã. Eles tatuam quase todo o corpo, formando uma espécie de “armadura” com várias imagens, com significados tradicionais (como o dragão e as flores de cerejeira). Como as tatuagens sofrem um enorme preconceito no Japão por estarem associadas ao crime, os membros costumam não tatuar lugares visíveis como mãos, pescoço, rosto. etc. Além disso, as tatuagens são feitas no processo Tabori, uma forma “artesanal” e milenar de tatuagem que consiste em utilizar várias agulhas conectadas a um cabo de madeira. Deve doer pra caralho muito! Talvez isso seja uma forma de comprovar que é forte, também.

Dentro da Yakuza existe uma hierarquia social que deve ser rigorosamente respeitada, bem como todas as suas leis. Apesar de já haver mulheres e até possuirem grandes posições, elas nem sempre foram aceitas, porque eles acreditavam que as mulheres foram feitas para serem mães e para cuidarem de seus maridos, não devendo se meter nos negócios dos homens. Um outro motivo pelo qual as mulheres não eram aceitas na yakuza é que não se deve falar sobre o grupo a ninguém de fora, e eles acreditavam que as mulheres não seriam fortes o suficiente para se manterem caladas caso fossem interrogadas pela polícia ou por algum inimigo. Os clãs são organizados com base semelhante a de uma família, e possue uma média de 20 a 200 integrantes.

Apesar de possuir um status praticamente mitológico, amplamente retratado no cinema, na literatura e nas artes plásticas e de fascinar qualquer pessoa que goste de estudos sociológicos ou antropológicos pela riqueza em tradições, regras e normas – podendo ser comparada a uma religião – não podemos esquecer o aspecto principal da máfia que é conhecida no mundo todo por controlar as ruas centrais de Tóquio e punir com o corte de um dedo todo membro que descumprir as regras ou trair o grupo.

O fotógrafo Anton Kusters ficou cerca de 2 anos acompanhando, estudando e fotografando membros de um clã Yakuza. Todas as imagens utilizadas neste post são dele.


Equipe FME conquista títulos no Brasileiro de Bicicross

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A equipe de bicicross da Fundação Municipal de Esportes (FME) teve uma boa participação nas duas etapas do Campeonato Brasileiro de Bicicross, disputado em Jacareí (SP), no final de semana. Foram três os títulos de primeiro lugar, cinco de vice-campeões e três de terceiros colocados, sem contar os de campeão por clube, por equipe e por estado. “Sentimo-nos com o dever cumprido conquistando tudo o que foi possível, ressaltando que a FME nos deu total apoio. Sem isto, não poderíamos ter viajado para esta etapa do Brasileiro de Bicicross”, comemora o presidente da Equipe Jaraguaense de Bicicross, Valdir Moretti. A próxima competição, a primeira etapa do Campeonato Catarinense de Bicicross, ocorre em 25 de março, na pista do Parque Malwee, em Jaraguá do Sul.

Abaixo, a relação de títulos conquistados em Jacareí

Campeões

Competidores Categorias
Kauan Stevão boys 8 anos;
Mateus Povoas expert 17/24 anos;
Pablo Ramos boys até 6 anos;

Vice-campeões

Competidores Categorias
Gustavo Schereder boys 11 anos;
Leonardo Spreddmann boys 16 anos;
Fabio Alves expert 17/24 anos;
Anderson Dias Junior boys até 6 anos;
Guilherme Bourscheidt Elite;

Terceiros colocados

Competidores categorias
Maria Izabelli girls 13/14 anos;
Eduardo Spredmann boys 12 anos;
Gilmar Schereder cruiser 40/44 anos;

Via FME


Outra ação complica Cecília

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Até fevereiro, Fedra da Silva e o pai, Ivo Konell, eram considerados pelo PSD os possíveis substitutos de Cecília Konell na disputa pela Prefeitura. A prefeita está com os direitos políticos cassados por três anos e pode ser barrada pela Lei da Ficha Limpa caso não consiga reverter uma decisão do Tribunal de Justiça, que manteve a condenação em primeira instância em outubro.

Cecília foi condenada por ter nomeado a irmã para um cargo gratificado sem exercer a função. Ela recorreu da decisão e precisa ganhar a causa para se candidatar.

Em ano eleitoral, em que a prefeita Cecília é ainda vista como possível pré-candidata à reeleição pelo PSD em Jaraguá, Ivo afirma que pretende se dedicar à campanha da mulher, como fez em 2008. “Terei mais tempo de fazer política do que antes. Agora, sou o Lula da Cecília”, declarou ele, sobre os seus planos depois de ser afastado do cargo de secretário de Administração.

Na visão de Konell, a decisão da Justiça não terá impacto sobre os planos do PSD na campanha eleitoral deste ano para a Prefeitura de Jaraguá do Sul.

Via AN. Na reportagem veiculada no O Correio do Povo:

Apesar de demonstrarem tranquilidade, pai e filha já providenciaram ontem mesmo a elaboração de suas defesas. Além do amparo jurídico particular, os dois contam com a assessoria jurídica do procurador do município, Mário Sérgio Peixer Filho, que ontem já começou a preparar uma manifestação contrária a decisão judicial.  ”Nós temos bastante segurança, essa decisão pode ser revertida.”


Postos de saúde preparam atividades especiais para o Dia Internacional da Mulher

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Dos 20 postos de saúde de Jaraguá do Sul, 15 irão oferecer algum tipo de ação diferente nesta quinta-feira (8), Dia Internacional da Mulher. As atividades vão desde pequenas mensagens, flores até palestras, ginástica e oportunidade de embelezamento. No dia 10 de março, sábado, todas as unidades vão abrir, também em homenagem ao Dia da Mulher, para fazer o preventivo de colo de útero (deve ser agendado com antecedência no posto mais próximo) e confeccionar o Cartão Nacional de Saúde. No sábado todos os postos vão realizar atividades especiais em homenagem à mulher.

Seguem abaixo os postos que irão realizar alguma atividade diferente no Dia da Mulher (8 de março):

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Atendimento volta ao normal amanhã

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Por causa de um problema no servidor usado pelo programa online de cadastramento dos pedidos de seguro-desemprego, a agência do Sine de Jaraguá do Sul está com o serviço interrompido.

O problema foi registrado na sexta-feira passada. O atendimento foi paralisado e os usuários tiveram de ir embora. O coordenador da agência, Errol Kretze, disse que a informação encaminhada pelo Ministério do Trabalho em Brasília é que a partir de amanhã o sistema volte a funcionar normalmente. “Não temos com atender porque tudo é feito por esse programa”, disse. O sistema foi implantado em setembro. No fim de janeiro, o atendimento teve de ser suspenso para uma atualização do programa, e retornou no começo de fevereiro.

A unidade atende 60 pedidos de encaminhamento do seguro desemprego por dia. O usuário tem prazo de 120 dias para fazer o pedido após a data da rescisão e tem o prazo de 30 dias para o recebimento da primeira parcela do seguro. A unidade também está com atendimento limitado de 60 pessoas por causa a falta de equipamentos e pessoal. Trabalham na agência sete servidores, sendo que quatro atendentes. A previsão é que somente a partir de maio seja encaminhado a unidade dois computadores para ajudar a agilizar o serviço.

Via AN.


Juíza pede exoneração de Ivo e Fedra Konell de cargos na Prefeitura de Jaraguá do Sul

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Candida Brugnoli determinou ontem a destituição do marido da prefeita Cecília Konell que ocupa a Secretaria de Administração e da filha que está na direção do gabinete da Prefeitura de Jaraguá do Sul no prazo de 48 horas. Mandatária é acusada de descumprir a LOM.

Prefeita de Jaraguá do Sul, Cecília Konell é acusada pelo Ministério Público por prática de nepotismo. (Fotos: Arquivo OCP)

A juíza da Vara da Fazenda da Comarca de Jaraguá do Sul, Candida Inês Zoellner Brugnoli, determinou ontem à prefeita Cecília Konell que promova a exoneração do secretário de Administração, Ivo Konell, e da chefe de gabinete, Fedra Konell, dos seus cargos ocupados na Prefeitura de Jaraguá do Sul no prazo de 48 horas.

A mandatária não poderá nomear os referidos réus para qualquer outro cargo, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 5 mil, sem prejuízo de outras sanções. O prazo para responder à ação é de 15 dias, contados da juntada do mandado no processo. Não sendo contestada a ação no prazo marcado, será entendido que os réus aceitaram, como verdadeiros, os fatos articulados pelo autor na petição inicial.

A prefeita Cecília Konell é acusada pelo Ministério Público por prática de nepotismo ao descumprir a Constituição da cidade, a LOM (Lei Orgânica do Município), empregando o marido e a filha na administração pública.

Essa decisão da juíza é resultado de uma representação protocolada pelo presidente do DCE, Luís Fernando Almeida, em 2011 na promotoria de Jaraguá.

No mês passado, o promotor da Moralidade Pública, Ricardo Viviane, transformou essa representação em uma ação civil pública, pedindo a exoneração do marido e da filha da mandatária. Ele pediu ainda a condenação da prefeita por improbidade administrativa, a perda dos direitos políticos por três anos e multa até 100 vezes o salário recebido por eles.

Ivo Konell soube da decisão da juíza ontem à noite pela coluna. Ele disse que irá se informar sobre a ação e tomar as medidas necessárias durante o dia de hoje.

Via O Correio do Povo.


Ciclista de Jaraguá conquista etapa do Paulista

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indaiatuba-pequena

O ciclista da Fundação Municipal de Esportes, Felippi Gonçalves (16), conquistou, neste domingo (4), em São Paulo, o título da primeira etapa do Supercampeonato Paulista 2012, disputado em Indaiatuba. “Iniciei o ano com uma vitória muito importante”, comemora. O piloto se prepara, agora, para o próximo final de semana, quando, nos dias 10 e 11, em Paulínia (SP), ocorre a Copa Internacional de BMX. Para esta prova são esperados competidores de toda a América Latina, já que os pilotos da categoria Elite precisam de pontos para as Olimpíadas de Londres, de 27 de julho a 12 de agosto.

Via FME.


Abertas as inscrições para o Vôlei de Areia

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Prosseguem até o dia 20 as inscrições para o Campeonato Aberto de Vôlei de Areia, promovido pela Fundação Municipal de Esportes (FME), em sua quarta edição. Os jogos estão previstos para 24 e 25 de março, na Sociedade Desportos Acaraí. As equipes interessadas devem se apressar, pois a participação será limitada  em, no máximo, 12 duplas masculinas e 12 femininas. Regulamento e ficha de inscrição estão disponíveis neste site, em eventos 2012. A ficha deve ser preenchida e enviada para eventos1@fmejaraguadosul.com.br, ou levada à FME, na rua Gustavo Hagedorn, 636, bairro Nova Brasília. Não será cobrada taxa de inscrição. O congresso técnico ocorre no local dos jogos, no dia 24, às 14 horas.

Na edição passada do evento, foram nove as duplas masculinas e 12 as femininas, num total de 52 jogos disputados, também no Acaraí. O primeiro lugar masculino ficou com a dupla Andresom e Davidson, e o primeiro feminino, com Tatiana e Sara, todos de Jaraguá do Sul.

Via Prefa.


Famílias necessitam de doação de carrinho de bebê, berço e colchão de solteiro

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O programa de doações da Secretaria da Assistência Social informa que há famílias cadastradas que necessitam da doação de carrinho de bebê, berço e colchão de solteiro. Os utensílios devem estar em bom estado. A prefeitura se disponibiliza a recolher a doação na casa do doador e entregá-la à família necessitada. O agendamento da doação pode ser feito pelo telefone da Ouvidoria, 0800-642-0156 ou 156.